Transformar a governança do turismo: Uma evolução essencial

Autores

  • Alfonso Vargas-Sánchez Autor

DOI:

https://doi.org/10.34623/DAMeJ.2024.45.169

Palavras-chave:

Governança; destinos; sustentabilidade; turismofobia; turismofilia

Resumo

O objetivo deste artigo é justificar a necessidade de introduzir certas mudanças na governança do turismo neste período pós-pandemia, e em que direção, uma questão de investigação complexa que será abordada centrando-se numa das suas faces: o papel das comunidades locais. Mais do que governança, hoje se fala de cogovernança, mas apenas com dois atores: as administrações públicas e as organizações empresariais. A cooperação entre eles é necessária, mas não é suficiente, porque não são os únicos intervenientes envolvidos nesta indústria. Uma aliança com os cidadãos é essencial para que a sustentabilidade social seja possível e possam ser evitados ou revertidos os surtos de turismofobia que proliferam, que não são propriamente contra o turismo, mas sim contra certos modelos e formas do seu crescimento. Numa sociedade democrática madura, o tipo de desenvolvimento turístico para um território deveria ser decidido sem a participação direta, e adesão, daqueles que aí residem permanentemente?

Publicado

2026-03-31

Edição

Secção

Artigos